UrgenteEssa figurinha da Copa do Mundo 2026 pode valer mais de R$ 1.000 entre colecionadores
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Sao Paulo

Essa figurinha da Copa do Mundo 2026 pode valer mais de R$ 1.000 entre colecionadores

Colecionadores relatam valorização de figurinhas raras do álbum da Copa do Mundo de 2026, com exemplares podendo ultrapassar R$ 1.000 no mercado secundário.

Imagem de arquivo
RN
Raphael Nogueira Félix
22 de maio de 202608:00
Atualizado 22 de mai. de 2026 às 08:00

O álbum de figurinhas da Copa do Mundo de 2026 virou assunto entre colecionadores do Alto Tietê e de todo o país. Desde o lançamento, exemplares considerados raros passaram a circular em grupos de troca e plataformas de venda com preços que, segundo relatos de colecionadores, podem ultrapassar R$ 1.000. A procura por determinadas figurinhas — especialmente as de edição limitada e as chamadas “legends” — tem movimentado feiras, bancas e comunidades online na região.

A valorização não é novidade no universo dos albuns de Copa, mas o fenômeno deste ano ganhou escala com a antecipação do lançamento e a expectativa em torno do torneio, que será sediado em três países. Colecionadores ouvidos pela reportagem explicam que a raridade de algumas figurinhas está ligada à tiragem menor e à dificuldade de encontrá-las em pacotinhos comuns. Por isso, itens que custam centavos na banca podem ser negociados por valores muito acima da média em grupos especializados.

Em cidades como Mogi das Cruzes, Suzano e Itaquaquecetuba, lojas de produtos colecionáveis e sebos relatam aumento na procura por álbuns e pelo chamado “mercado secundário”. A orientação de especialistas é cautela: o valor de uma figurinha depende da demanda momentânea e pode variar bastante. Não há tabela oficial de preços, e as negociações ocorrem diretamente entre colecionadores, o que exige atenção redobrada para evitar golpes e combinar formas seguras de pagamento e envio.

Para quem está começando, a dica é completar o álbum aos poucos, priorizar as trocas presenciais em bancas e feiras e desconfiar de anúncios com preços muito abaixo do mercado. Já os colecionadores mais experientes recomendam guardar as figurinhas em protectores plásticos e evitar manuseio excessivo, já que o estado de conservação influencia diretamente o interesse de outros compradores.

A febre das figurinhas também movimenta o comércio local e reforça a tradição dos albuns de Copa, que atravessa gerações. Enquanto a competição não começa, o vaivém de trocas e a busca pelas raridades devem continuar aquecendo o mercado — sempre com pé no chão e informação para separar paixão de oportunidade.

Conteudo reconstruido a partir do registro publico da manchete (arquivo do Google Noticias); o texto original nao foi preservado na recuperacao do servidor.

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