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Sao Paulo

Secretaria de Administração Penitenciária exonera coordenador suspeito de desvio de recursos em São Paulo

Secretaria de Administração Penitenciária de SP exonera coordenador suspeito de desvio de recursos; apuração interna e órgãos de controle acompanham o caso.

Imagem de arquivo
RN
Raphael Nogueira Félix
17 de setembro de 202608:00
Atualizado 17 de set. de 2026 às 08:00

A Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo informou, nesta quinta-feira (17), a exoneração de um coordenador suspeito de envolvimento em desvio de recursos. A decisão foi comunicada após o surgimento de indícios de irregularidades em contratos e repasses sob responsabilidade da área ocupada pelo servidor. A pasta não detalhou valores nem o período em que as supostas fraudes teriam ocorrido.

Segundo a secretaria, a exoneração tem caráter cautelar e busca preservar a continuidade das apurações. Uma sindicância interna foi instaurada para apurar as circunstâncias dos fatos, e o caso também foi encaminhado aos órgãos de controle competentes, que vão avaliar eventuais responsabilidades administrativas e criminais. A pasta afirmou que colabora com as investigações e que adotará as medidas cabíveis ao longo do processo.

O desvio de recursos em órgãos públicos costuma envolver contratos de fornecimento, serviços terceirizados e transferências de verbas. No sistema penitenciário, a área de administração e logística concentra parte relevante desses repasses, o que exige mecanismos de fiscalização permanentes. Especialistas em gestão pública defendem que a transparência nos contratos e a atuação independente das corregedorias são instrumentos essenciais para coibir irregularidades.

A exoneração do coordenador ocorre em um contexto de cobrança por maior controle dos gastos públicos no estado. Nos últimos anos, auditorias e órgãos de fiscalização têm apontado a necessidade de reforçar a governança em contratos administrativos, com metas de rastreabilidade e prestação de contas. A secretaria não informou se o servidor exonerado continuará recebendo salário durante a apuração nem se outros agentes públicos são investigados.

O caso segue em análise e novas informações podem ser divulgadas conforme o avanço das apurações. A pasta reiterou que não compactua com desvios e que a exoneração reforça o compromisso com a legalidade e com a proteção do erário. Não há prazo definido para a conclusão da sindicância.

Conteudo reconstruido a partir do registro publico da manchete (arquivo do Google Noticias); o texto original nao foi preservado na recuperacao do servidor.

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