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Sao Paulo

SAP apura desvio de recursos em penitenciária feminina da zona norte de São Paulo

A Secretaria da Administração Penitenciária investiga possíveis desvios de recursos em uma penitenciária feminina da zona norte de São Paulo.

Imagem de arquivo
RN
Raphael Nogueira Félix
16 de outubro de 202608:00
Atualizado há 16 dias às 08:00

A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) do Estado de São Paulo instaurou procedimento interno para apurar possíveis desvios de recursos em uma penitenciária feminina localizada na zona norte da capital paulista. A apuração foi confirmada pela pasta nesta semana, sem detalhamento sobre os valores ou o período em que as irregularidades teriam ocorrido.

Segundo a SAP, a investigação foi aberta a partir de indícios identificados em rotinas de controle administrativo. O caso envolve suspeitas de uso indevido de verbas destinadas à manutenção da unidade prisional e a serviços prestados às detentas. A secretaria informou que colabora com os órgãos de fiscalização e que medidas administrativas podem ser adotadas ao longo do processo.

A penitenciária feminina da zona norte abriga parte da população carcerária feminina do estado e enfrenta, como outras unidades do sistema, desafios relacionados à superlotação e à qualidade dos serviços oferecidos. A apuração ocorre em um contexto de cobranças por maior transparência na gestão dos recursos públicos do sistema prisional.

Especialistas em segurança pública e em controle de gastos públicos avaliam que a apuração interna é um passo importante, mas defendem o acompanhamento por órgãos externos, como o Ministério Público e o Tribunal de Contas do Estado. Para eles, a transparência nos resultados da investigação é essencial para preservar a confiança na gestão penitenciária.

A SAP não informou prazo para a conclusão do procedimento nem quantas pessoas são alvo da apuração. A secretaria também não confirmou se servidores foram afastados preventivamente. O Diário do Estado de São Paulo acompanha o caso e buscará novos posicionamentos oficiais à medida que a investigação avançar.

Enquanto isso, entidades que atuam na defesa dos direitos das mulheres privadas de liberdade reforçam a necessidade de que eventuais desvios não comprometam o atendimento básico às detentas, como alimentação, saúde e assistência jurídica. A apuração segue em sigilo administrativo.

Conteudo reconstruido a partir do registro publico da manchete (arquivo do Google Noticias); o texto original nao foi preservado na recuperacao do servidor.

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