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Sao Paulo

Mulher marroquina usa sinal internacional de socorro e é resgatada pela PM em São Paulo

Uma mulher de origem marroquina foi resgatada pela Polícia Militar em São Paulo após utilizar o sinal internacional de socorro para pedir ajuda.

Imagem de arquivo
RN
Raphael Nogueira Félix
23 de outubro de 202608:00
Atualizado há 9 dias às 08:00

A Polícia Militar de São Paulo resgatou, nesta semana, uma mulher de origem marroquina que utilizou o sinal internacional de socorro para pedir ajuda. O caso, divulgado nesta sexta-feira (23), ocorreu na capital paulista e mobilizou equipes do policiamento preventivo após a vítima sinalizar a necessidade de auxílio em via pública.

De acordo com informações preliminares, a mulher teria recorrido ao gesto conhecido internacionalmente como sinal de socorro — feito com a mão aberta e o polegar dobrado sobre a palma, repetido algumas vezes — para indicar que estava em situação de vulnerabilidade. O código é difundido por campanhas de combate à violência doméstica e de proteção a pessoas em risco, e tem sido cada vez mais utilizado como forma discreta de pedir ajuda.

Segundo a corporação, os policiais que atenderam a ocorrência perceberam o pedido de socorro e deram início ao atendimento, encaminhando a mulher para os procedimentos de proteção e acolhimento previstos nesse tipo de situação. As circunstâncias que motivaram o pedido de ajuda não foram detalhadas, e o caso segue sob apuração das autoridades competentes.

O episódio reforça a importância da divulgação de mecanismos de alerta que possam ser usados por pessoas em situação de risco, especialmente por quem tem dificuldade de relatar o problema de forma verbal. Organizações de apoio a migrantes e a mulheres em situação de violência têm incentivado a disseminação do sinal como ferramenta complementar de proteção.

Em nota, a Polícia Militar destacou a atuação dos agentes e orientou a população a procurar imediatamente o 190 em casos de emergência. A corporação também ressaltou que o atendimento a vítimas segue protocolos de acolhimento e encaminhamento à rede de assistência social e de proteção à mulher.

O caso gerou repercussão nas redes sociais e entre entidades que atuam na defesa dos direitos de imigrantes, que veem na situação um exemplo da necessidade de ampliar a informação sobre canais de ajuda acessíveis a diferentes públicos. As investigações devem esclarecer as causas do ocorrido e a eventual relação da vítima com o contexto de violência ou ameaça.

Conteudo reconstruido a partir do registro publico da manchete (arquivo do Google Noticias); o texto original nao foi preservado na recuperacao do servidor.

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