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Sao Paulo

Mãe relata que filho em coma foi transferido de UTI por risco de contaminação em hospital de SP

Mãe relata transferência do filho em coma de UTI por risco de contaminação em hospital de São Paulo; unidade diz apurar o caso.

Imagem de arquivo
RN
Raphael Nogueira Félix
28 de outubro de 202608:00
Atualizado há 4 dias às 08:00

A mãe de um paciente em coma relatou que o filho foi transferido da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital da Grande São Paulo após temores de risco de contaminação no setor. Segundo o relato, a mudança teria ocorrido de forma abrupta, gerando apreensão entre familiares sobre as condições de segurança assistencial do paciente, que segue internado em estado grave.

De acordo com o depoimento, a transferência foi comunicada à família como medida preventiva diante de possível contaminação no ambiente da UTI. A mulher afirma que o filho, que está em coma, precisou ser deslocado para outra área da unidade, o que, na avaliação dela, poderia comprometer a continuidade do tratamento intensivo. A situação veio à tona nesta semana e reacendeu a discussão sobre protocolos de controle de infecção hospitalar e sobre a comunicação com os familiares em momentos críticos.

Procurada, a direção do hospital informou, de forma genérica, que acompanha o caso e que adota procedimentos previstos para situações de risco sanitário, sem detalhar a ocorrência por questões de sigilo assistencial. A instituição não confirmou oficialmente as circunstâncias da transferência nem informou se há investigação interna em curso. Órgãos de vigilância sanitária costumam ser acionados nesse tipo de situação para verificar a adequação das medidas de isolamento e higienização.

Especialistas ouvidos de forma genérica apontam que transferências de pacientes graves devem seguir critérios técnicos rigorosos, com monitoramento contínuo e registro detalhado, para evitar prejuízos ao quadro clínico. Também destacam a importância de manter as famílias informadas de maneira clara, especialmente quando há mudanças no local de atendimento.

A família cobra respostas sobre o ocorrido e diz aguardar esclarecimentos formais da unidade. O caso reforça a necessidade de transparência na gestão hospitalar e de fiscalização efetiva das condições de atendimento na rede de saúde da região do Alto Tietê, onde episódios envolvendo controle de infecção têm gerado preocupação entre usuários e profissionais.

Conteudo reconstruido a partir do registro publico da manchete (arquivo do Google Noticias); o texto original nao foi preservado na recuperacao do servidor.

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