UrgentePolícia prende no Rio Grande do Norte suspeito de matar técnico de portões em Itaquaquecetuba
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Sao Paulo

Polícia prende no Rio Grande do Norte suspeito de matar técnico de portões em Itaquaquecetuba

Suspeito de matar técnico de portões em Itaquaquecetuba é preso no Rio Grande do Norte; investigação apura motivação e ligação entre autor e vítima.

Imagem de arquivo
RN
Raphael Nogueira Félix
28 de outubro de 202608:00
Atualizado há 4 dias às 08:00

A Polícia prendeu no Rio Grande do Norte um suspeito de envolvimento na morte de um técnico de portões em Itaquaquecetuba, na região do Alto Tietê, em São Paulo. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (28) por autoridades que atuam no caso. O homem era procurado desde o início das investigações e foi localizado após trabalho de troca de informações entre equipes policiais de diferentes estados.

Segundo as apurações preliminares, o crime ocorreu em Itaquaquecetuba e a vítima, que trabalhava com instalação e manutenção de portões, foi encontrada sem vida. As circunstâncias do homicídio ainda são investigadas, e a polícia não divulgou detalhes sobre a motivação ou a possível relação entre o suspeito e o profissional. O caso segue sob responsabilidade da delegacia local, que deve solicitar a transferência do preso para São Paulo.

A prisão no Rio Grande do Norte foi possível após o suspeito ser identificado e ter a localização repassada às equipes potiguares. Ele deve passar por audiência de custódia e, em seguida, ser encaminhado ao sistema prisional. A Polícia Civil informou que novas diligências serão realizadas para esclarecer pontos ainda em aberto, como a participação de outras pessoas e as circunstâncias que antecederam o crime.

Moradores de Itaquaquecetuba relataram preocupação com a segurança na região, embora as autoridades não tenham divulgado dados específicos sobre a criminalidade local. A prefeitura não se manifestou sobre o caso até a publicação desta reportagem. O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames complementares, e a família aguarda a liberação para o sepultamento.

A investigação segue em sigilo, e a polícia pede que qualquer informação sobre o caso seja repassada por meio dos canais de denúncia anônima. O suspeito permanece à disposição da Justiça e não teve o nome divulgado. A reportagem tentou contato com a defesa dele, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.

Conteudo reconstruido a partir do registro publico da manchete (arquivo do Google Noticias); o texto original nao foi preservado na recuperacao do servidor.

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