A ex-namorada do réu Sastre foi retirada do plenário do júri nesta quinta-feira (29) após fazer um gesto durante o depoimento de uma testemunha. A decisão partiu do juiz que preside o julgamento, que considerou a atitude como possível tentativa de intimidação ou interferência no depoimento.
Segundo relatos de quem acompanhava a sessão, o gesto ocorreu no momento em que a testemunha prestava esclarecimentos ao tribunal. O magistrado interrompeu o depoimento, determinou a retirada da mulher do recinto e advertiu que condutas desse tipo não serão toleradas durante os trabalhos do júri.
A sessão prosseguiu após a saída da ex-namorada, com a testemunha retomando o depoimento. A defesa e a acusação acompanharam a medida sem manifestação contrária registrada em ata. A identidade da testemunha e o teor exato do gesto não foram detalhados pelas autoridades presentes.
O julgamento de Sastre segue sob expectativa na região do Alto Tietê, onde o caso tem repercussão. A retirada de uma pessoa ligada ao réu do plenário é uma medida prevista para preservar a ordem e a regularidade dos depoimentos, cabendo ao juiz avaliar cada situação.
Especialistas ouvidos de forma genérica explicam que o tribunal do júri permite ao magistrado adotar providências para evitar constrangimentos a testemunhas e manter a serenidade do julgamento. A retirada não implica, por si só, consequência processual automática, mas pode ser registrada e considerada caso novas ocorrências sejam verificadas.
A reportagem tentou contato com as partes, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. Novas informações sobre o andamento do júri serão divulgadas conforme o processo avançar.
Conteudo reconstruido a partir do registro publico da manchete (arquivo do Google Noticias); o texto original nao foi preservado na recuperacao do servidor.

