O empresário Cariani negou, nesta semana, as acusações de envolvimento com tráfico de drogas e afirmou que sua indústria química foi vítima de fraude no processo que investiga a suposta participação da empresa em esquema ilícito. A defesa do empresário se manifestou após o avanço das apurações e sustenta que a companhia foi induzida a erro por terceiros, sem que houvesse conhecimento da origem ou do destino irregular de produtos.
Segundo a versão apresentada pela defesa, a indústria química atua dentro da legalidade e teria sido alvo de uma articulação fraudulenta que envolveria documentos e informações falsas. Os advogados pedem que a investigação seja aprofundada para identificar os responsáveis pela suposta fraude e afirmam que o empresário está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.
O caso tramita sob sigilo e envolve a análise de movimentações comerciais da empresa. Órgãos de fiscalização e a polícia apuram se houve desvio de finalidade na venda de insumos químicos, o que a defesa nega categoricamente. Não há, até o momento, decisão judicial definitiva sobre o mérito das acusações.
Especialistas ouvidos pelo Diario do Estado de São Paulo destacam que processos desse tipo costumam ser complexos e dependem de perícias técnicas e cruzamento de dados. A recomendação é que se preserve o princípio da presunção de inocência até o encerramento das investigações.
A reportagem procurou representantes da indústria química e das autoridades responsáveis pelo caso. A defesa reiterou que o empresário nega qualquer participação em crimes e que confia no esclarecimento dos fatos. O espaço permanece aberto para manifestações.
Conteudo reconstruido a partir do registro publico da manchete (arquivo do Google Noticias); o texto original nao foi preservado na recuperacao do servidor.
