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Guarulhos

Viúva de policial civil é presa suspeita de mandar matar o marido em Guarulhos

Maria Francileide Nunes Moreira do Nascimento foi detida na noite de terça-feira (21) em Guarulhos, acusada de planejar o assassinato do policial civil Arnaldo José Nascimento, ocorrido em janeiro de 2025.

Maria Francileide Nunes Moreira do Nascimento, viúva do policial civil Arnaldo José Nascimento, foi presa suspeita de mandar matar o marido em GuarulhosFoto: metropoles.com
Raphael Nogueira Felix
22 de julho de 202607:49
Atualizado agora há pouco às 10:49

A Polícia Civil de São Paulo prendeu na noite desta terça-feira (21) Maria Francileide Nunes Moreira do Nascimento, viúva do policial civil Arnaldo José Nascimento, assassinado em janeiro de 2025. Ela é apontada como mandante do crime. A detenção ocorreu em Guarulhos, na Grande São Paulo, por policiais do Grupo de Operações Especiais (GOE).

De acordo com a investigação, Maria Francileide teria pago R$ 200 mil para que o marido fosse morto. O crime aconteceu no dia 6 de janeiro, dentro de uma gráfica em São Miguel Paulista, zona leste da capital. Inicialmente tratado como latrocínio, o caso mudou de rumo após a polícia descobrir indícios de que a esposa da vítima teria orquestrado o homicídio.

A Justiça decretou a prisão preventiva da mulher na segunda-feira (20), e ela passará por audiência de custódia nesta quarta-feira (22).

A trama foi revelada pelo executor do crime, Ronaldo da Silva, conhecido como 'Tatu', que afirmou ter sido contratado pela viúva para matar o policial. Ele e seu comparsa, Douglas Cabral de Oliveira, também estão presos.

Segundo as investigações, Maria Francileide teria tentado antes envenenar o marido com 'chumbinho', mas o plano não funcionou. A motivação estaria ligada à sociedade que o casal mantinha na gráfica onde o crime ocorreu.

O caso foi investigado pela 7ª Cerco Leste. A polícia continua apurando detalhes da participação de outros possíveis envolvidos.

A prisão da viúva ocorre semanas após a confissão do atirador, que detalhou o planejamento e a execução do homicídio. A defesa de Maria Francileide ainda não se manifestou publicamente.

Fonte de referência: metropoles.com — https://metropoles.com/sao-paulo/viuva-de-policial-civil-e-presa-suspeita-de-planejar-assassinato

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