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Polícia busca nova testemunha da morte de jovem em salto de rope jump em Limeira

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após ser lançada sem cordas da Ponte do Esqueleto. Investigação aponta que câmera da vítima desapareceu.

Instagram/Reprodução

Raphael Nogueira Felix
27 de junho de 202616:28
Atualizado agora há pouco às 19:28

A Polícia Civil está em busca de uma nova testemunha que estava presente no momento em que Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, perdeu a vida durante a prática de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo. O acidente ocorreu no dia 13 de junho, quando a jovem foi lançada sem cordas de uma altura de aproximadamente 40 metros.

De acordo com as investigações, após a queda, a câmera GoPro que estava acoplada ao braço da vítima desapareceu. A polícia analisou novos depoimentos e imagens que apontam versões divergentes sobre quem teria retirado o equipamento do local. A identificação da testemunha é considerada crucial para esclarecer os fatos.

Qualquer pessoa que tenha informações sobre o caso pode entrar em contato com a equipe responsável pelo telefone (19) 3444-6928. A polícia reforça que o anonimato é garantido.

O caso ganhou repercussão após vídeos mostrarem três instrutores levantando a jovem e a jogando da ponte. Testemunhas relataram que os praticantes da modalidade perceberam imediatamente que Maria Eduarda estava sem as cordas de segurança. A queda causou comoção entre os presentes, e um amigo da vítima precisou de atendimento médico por estado de choque.

Três instrutores — Maicon Fernandes Cintra, Luís Felipe Feliciano Egoroff e Vitor de Freitas Gonçalves — foram presos em flagrante por homicídio com dolo eventual, quando há risco de matar mesmo sem intenção. A Justiça converteu a prisão em preventiva, mantendo-os detidos.

No dia 20 de junho, mais três pessoas envolvidas na organização do evento — Evelyne dos Santos Gonçalves, João Antônio Pivetta da Silva e Gabriel Barros Martins — também foram presas temporariamente. Segundo a polícia, João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva foi o responsável por retirar a câmera GoPro do braço da vítima.

O rope jump é uma atividade radical que consiste em saltar de uma altura com cordas elásticas amarradas ao corpo. A morte de Maria Eduarda reacendeu o debate sobre a segurança em esportes de aventura e a necessidade de fiscalização mais rigorosa.

A Polícia Civil continua as investigações para esclarecer todas as circunstâncias do acidente e responsabilizar os envolvidos. A expectativa é que a localização da nova testemunha ajude a avançar no caso.

Fonte de referência: www.metropoles.com — https://www.metropoles.com/sao-paulo/testemunha-morte-rope-jump

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