O velório de três vítimas de um grave acidente na Rodovia Presidente Castello Branco, em Osasco, ocorre nesta quarta-feira (8/7) no Cemitério Municipal São José, em Ribeirão Pires. As vítimas são Luana Carrilho, de 35 anos, sua filha Ana Luiza Carrilho Teixeira, de 5 anos, e o namorado de Luana, Eliandro Repeker. O acidente aconteceu na noite do último domingo (5/7), quando o carro em que estavam foi atingido por outro veículo e pegou fogo.
Segundo a Polícia Militar, o motorista que provocou a batida apresentava sinais de embriaguez e se recusou a fazer o teste do bafômetro. Ele foi preso em flagrante na madrugada de segunda-feira (6/7) e encaminhado ao hospital com ferimentos leves. O caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor no 5º Distrito Policial de Osasco.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o motorista, de 29 anos, dirigia em alta velocidade quando colidiu na traseira do veículo ocupado pelas vítimas. Com o impacto, o carro atingido pegou fogo. As três pessoas ficaram presas nas ferragens e morreram carbonizadas. O Corpo de Bombeiros levou cerca de uma hora para controlar as chamas e mais de duas horas para retirar os corpos.
Familiares relataram dificuldades no reconhecimento dos corpos no Instituto Médico Legal (IML) devido ao estado de carbonização. Uma prima de Luana, Hortencia Carrilho, informou que foi necessário esperar mais de 40 horas após o acidente para conseguir a liberação do corpo. Em mensagem nas redes sociais, ela se despediu: “Perder você, prima, é como perder uma parte da minha história. Também dói saber que a nossa pequena Aninha foi com você”.
A família residia em Ribeirão Pires, no interior de São Paulo, onde o velório de mãe e filha ocorre nesta quarta. Eliandro Repeker, namorado de Luana, também era morador da região. O acidente ocorreu na altura de Osasco, na região metropolitana de São Paulo, e mobilizou equipes de resgate por horas.
O motorista responsável pela batida segue preso e à disposição da Justiça. A investigação apura as circunstâncias do acidente, incluindo a possível embriaguez ao volante. O caso reacende o debate sobre a segurança nas rodovias e a fiscalização de motoristas sob efeito de álcool.
Fonte de referência: metropoles.com — https://metropoles.com/sao-paulo/casal-menina-vitimas-acidente-osasco


