A jornalista Érika Leal, que trabalhava como repórter na Record Brasília, morreu nesta terça-feira (7) após passar cerca de dois meses em coma. O acidente doméstico ocorreu em maio, e desde então ela estava internada no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), na capital federal.
Érika, de 42 anos, era formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e tinha um mestrado em Interpretação e Tradução de Idiomas pela University of Westminster, na Inglaterra. Ao longo da carreira, atuou em televisão, rádio, web, jornal impresso e assessoria de imprensa.
Antes de ingressar na Record, em 2019, ela passou por veículos como TV Band, Tribuna do Brasil, Jornal de Brasília e Rádio CBN. Na emissora, destacou-se na cobertura de política, economia, cultura e entretenimento, além de apresentar o programa Interesse Público, do Ministério Público Federal, exibido pela TV Justiça.
A Record Brasília divulgou uma nota lamentando a morte da profissional, descrevendo-a como "talentosa, generosa e apaixonada pelo jornalismo". A emissora ressaltou o rigor e a sensibilidade de Érika em suas reportagens, bem como o compromisso com a informação de qualidade.
Érika deixa duas filhas, Jaqueline, de 19 anos, e Jéssica, de 17. A família e os colegas de trabalho estão em luto. O velório e o enterro ocorreram em cerimônia reservada.
O acidente doméstico que levou à internação não teve detalhes divulgados pela família ou pela emissora. A morte da jornalista repercutiu nas redes sociais, onde amigos e admiradores prestaram homenagens.
Fonte de referência: O Segredo: Notícias, Relacionamentos, Espiritualidade e Bem-Estar — https://osegredo.com.br/noticias/erika-leal-jornalista-record


