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São Paulo

Suplentes de Simone Tebet ao Senado por SP são definidos com PT e PDT

Ex-chefe de gabinete de Haddad e ex-prefeito de Araraquara ocuparão as vagas de suplente na chapa da ex-ministra ao Senado.

Imagem colorida mostra Simone Tebet em agenda na cidade de São Carlos, no interior de São PauloFoto: Divulgação
Raphael Nogueira Felix
5 de agosto de 202618:16
Atualizado agora há pouco às 21:16

A candidata ao Senado por São Paulo, Simone Tebet (PSB), definiu nesta quarta-feira (5/8) os nomes que ocuparão as duas suplências em sua chapa para as eleições de 2026. A primeira suplência ficará com Laio Moraes (PT), ex-chefe de gabinete do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Já a segunda será de Marcelo Barbieri (PDT), ex-prefeito de Araraquara.

A escolha foi anunciada pela executiva nacional do PSB em acordo com os partidos que apoiam a candidatura de Haddad ao governo de São Paulo. A chapa majoritária também conta com Márcio França (PSB) como vice-governador e Marina Silva (Rede) como candidata ao Senado, embora a composição das suplências dela ainda enfrente impasses.

A definição dos nomes ocorre a menos de duas semanas do prazo final para o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral, que termina em 15 de agosto. Até lá, partidos e federações ainda podem ajustar as composições das chapas.

O PDT, que indicou Barbieri e o sindicalista Antônio Neto para as suplências, havia ameaçado lançar candidatura própria ao Senado caso não fosse contemplado. A legenda argumentava que, por estar coligada com Haddad, não faria sentido ficar de fora da divisão de vagas na chapa.

Em nota, a campanha de Tebet afirmou que a composição da chapa "reafirma o compromisso dos partidos com a construção de uma frente ampla em defesa da democracia, do desenvolvimento, da justiça social e da união do campo democrático". A declaração destaca ainda o fortalecimento de um projeto político voltado ao futuro de São Paulo e do Brasil.

A aliança entre PSB, PT, PDT e Rede em São Paulo integra um movimento nacional de apoio à candidatura de Haddad à Presidência. A expectativa é que a chapa una forças em torno de uma pauta comum para as eleições de outubro.

Especialistas apontam que a definição das suplências é crucial para a estabilidade das coligações, pois garante representatividade aos partidos aliados. A composição da chapa de Tebet busca equilibrar os interesses das siglas envolvidas na disputa.

Os partidos ainda precisam oficializar os nomes na Justiça Eleitoral até o dia 15 de agosto. Ajustes podem ocorrer até essa data, conforme as negociações políticas evoluírem.

A disputa ao Senado por São Paulo deve ser uma das mais acirradas do país, com candidaturas de diferentes espectros políticos. A definição das suplências é vista como um passo importante para consolidar as alianças e fortalecer as campanhas.

Fonte de referência: metropoles.com — https://metropoles.com/sao-paulo/pt-e-pdt-ficam-com-suplencias-na-chapa-de-simone-pelo-senado-em-sp

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