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Vereador expressa apoio ao VAAR, mas votação mostra divergência sobre parte do projeto

O Projeto de Lei relacionado ao VAAR (Valor Aluno Ano Resultado), que trata da valorização dos estudantes com base no desempenho no IDEP, foi aprovado pela primeira vez em Salesópolis após debate na Câmara Municipal. A aprovação ocorreu com uma emenda — apresentada pela vereadora Débora Borges — que determina a divisão igualitária dos valores entre os profissionais da educação.
Vereador expressa apoio ao VAAR, mas votação mostra divergência sobre parte do projeto. Foto Reprodução
Vereador expressa apoio ao VAAR, mas votação mostra divergência sobre parte do projeto. Foto Reprodução

Na votação, foram registrados oito votos favoráveis e dois contrários, sendo que os vereadores Fabrício e Michael (Tikinho da Pizzaria) se posicionaram contra a emenda que estabeleceu a distribuição igualitária do recurso. A emenda, entretanto, foi aprovada pela maioria dos parlamentares.

Após a sessão, publicações feitas pelo vereador Fabrício nas redes sociais demonstraram apoio ao VAAR. No entanto, não detalharam seu voto específico sobre a emenda da divisão dos valores. Alguns funcionários da educação interpretaram a ausência dessa informação como um possível desencontro entre o conteúdo da publicação e o posicionamento registrado em plenário. Esses relatos refletem percepções de parte da categoria, sem caracterizar afirmações sobre intenção do parlamentar.

Paralelamente, pais de alunos relataram dificuldades ao longo do ano letivo em algumas unidades escolares, mencionando falta de determinados materiais, como itens de limpeza, papel higiênico e, em alguns períodos, frutas na alimentação escolar. Tais relatos foram feitos por responsáveis e não foram oficialmente confirmados pela administração municipal até o momento da publicação desta matéria.

Também houve manifestações de moradores questionando prioridades na aplicação de recursos ligados ao VAAR. Alguns responsáveis afirmaram que investimentos poderiam contemplar melhorias estruturais e reforço de insumos básicos nas escolas, especialmente na Escola Ernesto, onde dizem haver salas com necessidades de manutenção.

O episódio reacende discussões na comunidade sobre transparência legislativa e sobre a destinação de recursos educacionais. Pais, profissionais da educação e moradores seguem acompanhando o tema e aguardam esclarecimentos oficiais e eventuais ações voltadas ao aprimoramento das condições nas escolas do município.

 

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