A polícia afirmou que Maicol, preso pelo caso, teria admitido ter matado a adolescente de 17 anos, encontrada em uma área de mata em Cajamar, na Grande São Paulo. No entanto, seus advogados contestam essa versão.
Em nota oficial, a defesa declarou que Maicol não confessou qualquer envolvimento e que qualquer depoimento dado sem a presença dos advogados não tem validade jurídica. Segundo eles, essa situação pode levar à anulação do processo.
Os advogados Arthur Perin Novaes, Flávio Ubirajara e Vitor Aurélio Timóteo afirmaram ainda que estão tomando todas as medidas necessárias para garantir os direitos do cliente. Destacaram também a importância do devido processo legal.
Além disso, a defesa exige acesso total às informações do inquérito policial e a garantia de que Maicol possa se comunicar reservadamente com seus advogados. Segundo eles, qualquer violação desses direitos pode configurar uma infração legal.
O caso segue em investigação, enquanto a defesa de Maicol reforça seu compromisso com a justiça e acompanha os desdobramentos do processo.