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Presidente da Venezuela é capturado e removido do país por forças americanas

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi retirado do país durante a madrugada deste sábado (3) em uma operação militar conduzida por forças especiais dos Estados Unidos, segundo informações divulgadas pela imprensa norte-americana e confirmadas pelo próprio presidente dos EUA, Donald Trump.
© Fabio Rodrigues Pozzebom/Arquivo Agência Brasil
© Fabio Rodrigues Pozzebom/Arquivo Agência Brasil

Presidente venezuelano teria sido levado do país em ação aérea conduzida por forças especiais norte-americanas. Vice-presidente cobra comprovação de que Maduro e a esposa estão vivos.

De acordo com a rede CBS News, a ação foi executada por integrantes da Delta Force, unidade de elite do Exército dos Estados Unidos especializada em missões de alto risco, como contraterrorismo, resgate de reféns e capturas de alvos considerados estratégicos. A emissora cita um oficial militar norte-americano como fonte.

Ainda segundo as informações, Maduro deixou o território venezuelano por via aérea, acompanhado de sua esposa, Cilia Flores. O destino do casal não foi revelado.

Em pronunciamento exibido pela televisão estatal venezuelana, a vice-presidente Delcy Rodríguez afirmou que o governo não tem informações sobre o paradeiro do presidente nem da primeira-dama. Em tom de cobrança, ela exigiu uma confirmação oficial da situação de ambos.

“Exigimos uma prova de vida imediata do presidente Nicolás Maduro e da primeira combatente Cilia Flores”, declarou Rodríguez em mensagem de áudio.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a operação por meio de uma publicação em rede social, na qual afirmou que as forças norte-americanas realizaram uma ofensiva de grande escala contra a Venezuela, resultando na captura do chefe de Estado venezuelano.

Segundo Trump, a ação foi conduzida em coordenação com órgãos de segurança dos Estados Unidos. Ele não especificou o local para onde Maduro e sua esposa foram levados, mas informou que novos detalhes serão apresentados em uma coletiva de imprensa marcada para as 13h (horário de Brasília).

Até o momento, não houve manifestação oficial de outros integrantes do governo venezuelano nem posicionamento de organismos internacionais sobre o ocorrido.

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